segunda-feira, 18 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Capítulo 5
Foi quando eu tive de fazer a decisão mais difícil da minha vida. Eu arranjei um 4º trabalho, desta vez á noite. Eu podia dizer isto em palavras suaves para não assustar mas a verdade é que: Eu tornei-me numa Prostituta!
Isabella (Respirei fundo): Enquanto eu estava no meu turno da noite no bar ouvi 2 raparigas a falar duma… Mr. Lovers’ House. (Mordi o lábio)
Tracy (Olha para mim): Isso soa… (Um bocado chocada)
Isabella: Um cabaret ou um clube de strip… bem… (Eu olhei para ela) Eu gostava que fosse, mas eu não sei dançar.
Tracy (Vi os olhos dela a abrirem-se em choque): O quê? Não Izzie. Tu não vais fazer o que eu estou a pensar que tu estás a pensar fazer.
Isabella (Eu olhei para o chão): Eu não tenho escolha!
Tracy: Tens sim. Eu posso emprestar-te mais, não, eu dou-te, não tens de me pagar.
Isabella: Tracy, obrigada, mas não. Eu sei que tu ganhas bem, mas não podes, tu tens a tua vida. Por favor, não me julgues, eu preciso de um amigo agora.
Tracy (Ela também estava a chorar): Izzie, isso é um sacrifício horrível.
Isabella: Um sacrifício que eu faço pela minha irmã. (Disse determinada)
Tracy (Ela abraçou-me): Eu queria ajudar-te mais. (Fomos interrompidas)
Kimberly: Huh, Izzie. (Eu olhei para ela) Acabámos por hoje.
Isabella (Sorri um pouco): Obrigado Kim. (Eu levantei-me e limpei as lágrimas)
Tracy: Eu vou contigo, temos de lhe contar.
Essa foi a noite que eu contei á Sofia que ela não podia voltar para casa. Podem imaginar o que ela chorou, partiu-me o coração. Eu senti-me a pior pessoa do mundo. Eu não a podia ajudar e senti-me tão mal e pequena no mundo em que vivemos. A minha vida está praticamente destruída desde aquela noite, porque eu vim para casa sozinha, sem ela… A raiva em mim era tão grande que eu tomei a decisão de contar á Tracy... No dia seguinte fui á Mr. Lovers’ House e consegui o trabalho. Eu odeio-o e só agora começou. Mas sei que vou ganhar mais do que nos outros 3 trabalhos “honestos” que eu tenho. Só a Tracy é que sabe disto, mas também ela é a minha única amiga.
Com Alex / Alguns Dias Depois
Alexander (Estava sentado num canto do bar pronto para pedir outra bebida, esta tem sido a minha vida desde que eu desisti da universidade. Porquê? Porque não quero estar 4 anos á frente de livros que não percebo. Eu não sou burro, eu sou, rico. A minha fortuna pode-me dar uma vida boa até aos 65, para que preocupar? Quando bebi mais um gole do meu whisky ouvi 2 homens no canto a falar da “Espectacular Mr. Lovers’ House” e fiquei interessado. Fui até eles): Hey! Posso juntar-me a vocês?
Homem 1: Olha menino bonito, estamos a ter uma conversa de homens.
Alexander (Sorri maliciosamente): Eu ouvi-vos a falar da “Mr. Lovers’ House”, é excelente certo? (Menti)
Homem 2 (Ele olhou para o outro homem surpreso): Então tu conhece-la? E os “serviços” dela? (Parecia interessado)Alexander (Sorri confiante): Quem é que não conhece? Quer dizer… quem quer serviços bons sabe onde os encontrar, tenho razão? (Fiquei tão bom nesta cena de mentir)
Homem 1: Claro que sim. (Toca no meu ombro) Mas sabias que ela se mudou? Ela abriu uma nova “loja” na baixa.
Alexander: Huh…a sério? Não, não sabia. Estava fora do país. (Menti novamente, eu estava á espera que eles me dissessem onde era essa tal casa) Então, onde é esta casa? (Sorri)
Alexander (E eles disseram-me tudo, com cada palavra eu estava a ficar entusiasmado. Depois da pequena conversa eu agradeci-lhes e sai do bar, pegando no meu telefone. Já estava a digitar o número que eles me deram, um sorriso apareceu no meus lábios quando me responderam): Olá… Eu queria os teus serviços…Huh…hoje á noite? Oh…okay…que tal amanhã? (Eu sorri e caminhei até ao meu Mercedes) Óptimo. No adereço… (Eu dei-lhes o adereço da minha casa de praia, porque não queria levar uma rapariga para casa, a Rosie matava-me. Eu agradeci-lhes e sentei-me no carro, desliguei e conduzi até casa, satisfeito)
No Dia Seguinte
Isabella (Eu estava a entrar no hospital para visitar a minha irmã, tinha saído do meu trabalho no restaurante e tinha 20 minutos até entrar no turno na loja do meu bairro. Eu estava a morrer de cansaço mas de alguma maneira cá dentro eu sei que vai valer a pena, a batalha em que estou vai acabar e eu e a Sofia vamos ser felizes finalmente. Eu respirei fundo quando o meu telemóvel tocou, peguei nele e gelei quando vi o número desconhecido…era ela. Eu atendi o telefone): Estou sim? * Isabella, tens um cliente hoje á noite. Tens uma caneta e um papel? * (Eu peguei numa caneta e escrevi o adereço na minha mão, ainda a tremer) * Tens de estar lá ás 23:30 * (Ela desligou, eu senti o meu coração a bater mais de força em medo. O que é que eu estava a fazer? Tentei tirar os pensamentos da minha cabeça quando cheguei ao quarto da Sofia, tentei sorrir e entrei)
Naquela Noite
Alexander (Eu estava sentado no meu sofá a assistir a um jogo de futebol enquanto estava á espera da braza que eu “reservei” para hoje á noite. Eu estava entusiasmado, eu nunca fiz isto mas eu estou cansado se me meter e de seduzir as raparigas só para me divertir uma noite! Elas nunca percebem que eu não quero relacionamentos, é por isso que elas choram quando eu desapareço na manhã a seguir deixando um bilhete a dizer: “Obrigada”. Eu sei que é errado, mas eu só quero me divertir. A campainha tocou e eu abria-a rapidamente. Dei de caras com a rapariga mais linda e jeitosa que já tinha visto na minha vida, sorri maliciosamente): Entra. (Eu fiz espaço para ela entrar e enquanto ela entrou eu olhei para ela da cabeça aos pés, esta é definitivamente a minha noite de sorte. Fechei a porta e fui até ela) Porque é que não tiras o casaco? (Comecei a tirar o casaco dela e virei o corpo dela para mim, beijando-a ferozmente)
Isabella (Eu fiquei assustada, nunca ninguém me tinha beijado assim, ele estava desesperado e eu estava a tremer. Ele era o meu primeiro cliente, e aquela era a minha primeira noite, mas eu não podia desistir. Eu tinha de fazer isto pela Sofia. Eu afastei-me do beijo e olhei para ele pela primeira vez. Ele era…bonito mas o olhar dele estava confuso, eu gaguejei): Tu…tu és o meu primeiro cliente. (Eu disse nervosamente e… porque raio é que eu disse isto? Porquê é que eu tenho de ser tão honesta? Comecei a zangar-me comigo própria)
Alexander (Eu abri os olhos em surpresa, olhei para ela): Tu és virgem? (Estava meio assustado, eu não quero uma virgem, eu quero uma mulher que me faça sentir vivo)
Isabella: Não, não. (Disse devagar) É que eu…nunca fiz isto…por dinheiro. (Nervosa e assustada)
Alexander (Eu sorri maliciosamente): Miúda… (Caminhei até ela) Depois desta noite, não vais pensar mais assim. (Envolvi os meus braços em redor dela, deixando os nossos corpos juntos e beijei-a outra vez, empurrando-a para o quarto)
Isabella: (De repente ele estava a beijar-me novamente, o meu corpo estava a vibrar com o seu toque furioso. Eu ainda estava assustada mas não podia fazer nada, ele estava a controlar-me. Ele puxou-me contra a cama e eu abri os olhos, surpreendida quando o vi sem t-shirt e já em cima de mim. Eu fiquei um pouco excitada mas o medo em mim era maior do que tudo, por isso, desisti e deixei-o fazer o que queria)
Alexander: (Ela não estava a fazer muita coisa, eu acho que o facto dela nunca ter feito isto é a razão da reacção dela. Mas eu não me importo, ela é uma braza, não é virgem e eu estou excitado, ela não precisa de fazer nada. Eu estava em cima dela a beijar-lhe e a morder-lhe o pescoço e senti a respiração dela a ficar mais profundo até ela gemer. Aquilo ainda me excitou mais. A minha mão já estava a tirar a camisola dela enquanto a outra tocava na sua perna macia. Quando me livrei da camisola comecei a tirar a saia dela e vi a lingerie vermelha. Tinha de respirar fundo para me acalmar, aquela visão era do paraíso. A pela branca dela contra o vermelho da lingerie, não podia aguentar os meus desejos muito mais. Comecei a beijar-lhe a pele exposta do peito, ouvindo a gemer mais um bocado)
Isabella: (Eu não sabia o que estava a acontecer mas so meu corpo estava a agir sozinho. Eu tinha as minha pernas em volta da cintura dele e as minhas mãos estava no cabelo dele. A minha boca estava a libertar pequenos gemidos e já me estava a sentir excitada, não conseguia pensar em condições. Eu sabia o que estava a fazer… e porque o estava a fazer mas no meio da acção tudo falhou. Eu perdi-me no momento porque pela primeira vez em anos eu estava-me a sentir viva, eu estava-me a sentir desejada, estava-me a sentir mulher, e, prazer. Isso quando eu reparei que estava já a tirar-lhe as calças e vi o tamanho dele. Wow, eu tenho sorte. Senti os meus seios completamente nus, a serem acariciados naquela escuridão por mãos estranhas)
Alexander: (Nós já estávamos nus, agora que já me tinha livrado das roupas e não podia esperar mais. Tinha de libertar o que tinha dentro de mim. Coloquei o preservativo e abri as pernas dela, penetrando-a de uma vez, fazendo-a gritar. Eu não estava consciente graças a todos os sentimentos e explosões dentro de mim por isso não me preocupei com ela, de uma maneira…)
Isabella (Quando percebi que ele estava dentro de mim a um ritmo frenético que na primeira vez me fez gritar, eu não estava habituada a ele. Eu queria que ele parasse mas o meu corpo estava tremer de prazer e agora os meus gritos eram de prazer. Eu não podia acreditar no que estava a acontecer, eu nunca senti nada como isto, eu só queria mais): Ah, meu deus. (Eu agarrei no lençol da cama enquanto ele continuava a entrar em mim. Nesse momento eu sentia-me como se ninguém tivesse alguma vez feito o que nós estávamos a fazer naquele quarto. Não com aquela intensidade)Alexander: (Eu estava a suar e a respirar pesadamente mas não conseguia parar. O que eu estava a sentir era bom demais para acabar. Todas as minha necessidades e desejos estavam a ser satisfeitos. Quando olhei para baixo vi-a nua, a segurar os gritos, o que me excitava ainda mais. Eu não sei quanto tempo é que nós ficamos assim…)
Então, o que acharam da Izzie? Nunca pensaram nisto pois não? E o primeiro cliente dela? O que acham que vai acontecer a segui? Comentem para ver.
Isabella (Respirei fundo): Enquanto eu estava no meu turno da noite no bar ouvi 2 raparigas a falar duma… Mr. Lovers’ House. (Mordi o lábio)
Tracy (Olha para mim): Isso soa… (Um bocado chocada)
Isabella: Um cabaret ou um clube de strip… bem… (Eu olhei para ela) Eu gostava que fosse, mas eu não sei dançar.
Tracy (Vi os olhos dela a abrirem-se em choque): O quê? Não Izzie. Tu não vais fazer o que eu estou a pensar que tu estás a pensar fazer.
Isabella (Eu olhei para o chão): Eu não tenho escolha!
Tracy: Tens sim. Eu posso emprestar-te mais, não, eu dou-te, não tens de me pagar.
Isabella: Tracy, obrigada, mas não. Eu sei que tu ganhas bem, mas não podes, tu tens a tua vida. Por favor, não me julgues, eu preciso de um amigo agora.
Tracy (Ela também estava a chorar): Izzie, isso é um sacrifício horrível.
Isabella: Um sacrifício que eu faço pela minha irmã. (Disse determinada)
Tracy (Ela abraçou-me): Eu queria ajudar-te mais. (Fomos interrompidas)
Kimberly: Huh, Izzie. (Eu olhei para ela) Acabámos por hoje.
Isabella (Sorri um pouco): Obrigado Kim. (Eu levantei-me e limpei as lágrimas)
Tracy: Eu vou contigo, temos de lhe contar.
Essa foi a noite que eu contei á Sofia que ela não podia voltar para casa. Podem imaginar o que ela chorou, partiu-me o coração. Eu senti-me a pior pessoa do mundo. Eu não a podia ajudar e senti-me tão mal e pequena no mundo em que vivemos. A minha vida está praticamente destruída desde aquela noite, porque eu vim para casa sozinha, sem ela… A raiva em mim era tão grande que eu tomei a decisão de contar á Tracy... No dia seguinte fui á Mr. Lovers’ House e consegui o trabalho. Eu odeio-o e só agora começou. Mas sei que vou ganhar mais do que nos outros 3 trabalhos “honestos” que eu tenho. Só a Tracy é que sabe disto, mas também ela é a minha única amiga.
Com Alex / Alguns Dias Depois
Alexander (Estava sentado num canto do bar pronto para pedir outra bebida, esta tem sido a minha vida desde que eu desisti da universidade. Porquê? Porque não quero estar 4 anos á frente de livros que não percebo. Eu não sou burro, eu sou, rico. A minha fortuna pode-me dar uma vida boa até aos 65, para que preocupar? Quando bebi mais um gole do meu whisky ouvi 2 homens no canto a falar da “Espectacular Mr. Lovers’ House” e fiquei interessado. Fui até eles): Hey! Posso juntar-me a vocês?
Homem 1: Olha menino bonito, estamos a ter uma conversa de homens.
Alexander (Sorri maliciosamente): Eu ouvi-vos a falar da “Mr. Lovers’ House”, é excelente certo? (Menti)
Homem 2 (Ele olhou para o outro homem surpreso): Então tu conhece-la? E os “serviços” dela? (Parecia interessado)Alexander (Sorri confiante): Quem é que não conhece? Quer dizer… quem quer serviços bons sabe onde os encontrar, tenho razão? (Fiquei tão bom nesta cena de mentir)
Homem 1: Claro que sim. (Toca no meu ombro) Mas sabias que ela se mudou? Ela abriu uma nova “loja” na baixa.
Alexander: Huh…a sério? Não, não sabia. Estava fora do país. (Menti novamente, eu estava á espera que eles me dissessem onde era essa tal casa) Então, onde é esta casa? (Sorri)
Alexander (E eles disseram-me tudo, com cada palavra eu estava a ficar entusiasmado. Depois da pequena conversa eu agradeci-lhes e sai do bar, pegando no meu telefone. Já estava a digitar o número que eles me deram, um sorriso apareceu no meus lábios quando me responderam): Olá… Eu queria os teus serviços…Huh…hoje á noite? Oh…okay…que tal amanhã? (Eu sorri e caminhei até ao meu Mercedes) Óptimo. No adereço… (Eu dei-lhes o adereço da minha casa de praia, porque não queria levar uma rapariga para casa, a Rosie matava-me. Eu agradeci-lhes e sentei-me no carro, desliguei e conduzi até casa, satisfeito)
No Dia Seguinte
Isabella (Eu estava a entrar no hospital para visitar a minha irmã, tinha saído do meu trabalho no restaurante e tinha 20 minutos até entrar no turno na loja do meu bairro. Eu estava a morrer de cansaço mas de alguma maneira cá dentro eu sei que vai valer a pena, a batalha em que estou vai acabar e eu e a Sofia vamos ser felizes finalmente. Eu respirei fundo quando o meu telemóvel tocou, peguei nele e gelei quando vi o número desconhecido…era ela. Eu atendi o telefone): Estou sim? * Isabella, tens um cliente hoje á noite. Tens uma caneta e um papel? * (Eu peguei numa caneta e escrevi o adereço na minha mão, ainda a tremer) * Tens de estar lá ás 23:30 * (Ela desligou, eu senti o meu coração a bater mais de força em medo. O que é que eu estava a fazer? Tentei tirar os pensamentos da minha cabeça quando cheguei ao quarto da Sofia, tentei sorrir e entrei)
Naquela Noite
Alexander (Eu estava sentado no meu sofá a assistir a um jogo de futebol enquanto estava á espera da braza que eu “reservei” para hoje á noite. Eu estava entusiasmado, eu nunca fiz isto mas eu estou cansado se me meter e de seduzir as raparigas só para me divertir uma noite! Elas nunca percebem que eu não quero relacionamentos, é por isso que elas choram quando eu desapareço na manhã a seguir deixando um bilhete a dizer: “Obrigada”. Eu sei que é errado, mas eu só quero me divertir. A campainha tocou e eu abria-a rapidamente. Dei de caras com a rapariga mais linda e jeitosa que já tinha visto na minha vida, sorri maliciosamente): Entra. (Eu fiz espaço para ela entrar e enquanto ela entrou eu olhei para ela da cabeça aos pés, esta é definitivamente a minha noite de sorte. Fechei a porta e fui até ela) Porque é que não tiras o casaco? (Comecei a tirar o casaco dela e virei o corpo dela para mim, beijando-a ferozmente)
Isabella (Eu fiquei assustada, nunca ninguém me tinha beijado assim, ele estava desesperado e eu estava a tremer. Ele era o meu primeiro cliente, e aquela era a minha primeira noite, mas eu não podia desistir. Eu tinha de fazer isto pela Sofia. Eu afastei-me do beijo e olhei para ele pela primeira vez. Ele era…bonito mas o olhar dele estava confuso, eu gaguejei): Tu…tu és o meu primeiro cliente. (Eu disse nervosamente e… porque raio é que eu disse isto? Porquê é que eu tenho de ser tão honesta? Comecei a zangar-me comigo própria)
Alexander (Eu abri os olhos em surpresa, olhei para ela): Tu és virgem? (Estava meio assustado, eu não quero uma virgem, eu quero uma mulher que me faça sentir vivo)
Isabella: Não, não. (Disse devagar) É que eu…nunca fiz isto…por dinheiro. (Nervosa e assustada)
Alexander (Eu sorri maliciosamente): Miúda… (Caminhei até ela) Depois desta noite, não vais pensar mais assim. (Envolvi os meus braços em redor dela, deixando os nossos corpos juntos e beijei-a outra vez, empurrando-a para o quarto)
Isabella: (De repente ele estava a beijar-me novamente, o meu corpo estava a vibrar com o seu toque furioso. Eu ainda estava assustada mas não podia fazer nada, ele estava a controlar-me. Ele puxou-me contra a cama e eu abri os olhos, surpreendida quando o vi sem t-shirt e já em cima de mim. Eu fiquei um pouco excitada mas o medo em mim era maior do que tudo, por isso, desisti e deixei-o fazer o que queria)
Alexander: (Ela não estava a fazer muita coisa, eu acho que o facto dela nunca ter feito isto é a razão da reacção dela. Mas eu não me importo, ela é uma braza, não é virgem e eu estou excitado, ela não precisa de fazer nada. Eu estava em cima dela a beijar-lhe e a morder-lhe o pescoço e senti a respiração dela a ficar mais profundo até ela gemer. Aquilo ainda me excitou mais. A minha mão já estava a tirar a camisola dela enquanto a outra tocava na sua perna macia. Quando me livrei da camisola comecei a tirar a saia dela e vi a lingerie vermelha. Tinha de respirar fundo para me acalmar, aquela visão era do paraíso. A pela branca dela contra o vermelho da lingerie, não podia aguentar os meus desejos muito mais. Comecei a beijar-lhe a pele exposta do peito, ouvindo a gemer mais um bocado)
Isabella: (Eu não sabia o que estava a acontecer mas so meu corpo estava a agir sozinho. Eu tinha as minha pernas em volta da cintura dele e as minhas mãos estava no cabelo dele. A minha boca estava a libertar pequenos gemidos e já me estava a sentir excitada, não conseguia pensar em condições. Eu sabia o que estava a fazer… e porque o estava a fazer mas no meio da acção tudo falhou. Eu perdi-me no momento porque pela primeira vez em anos eu estava-me a sentir viva, eu estava-me a sentir desejada, estava-me a sentir mulher, e, prazer. Isso quando eu reparei que estava já a tirar-lhe as calças e vi o tamanho dele. Wow, eu tenho sorte. Senti os meus seios completamente nus, a serem acariciados naquela escuridão por mãos estranhas)
Alexander: (Nós já estávamos nus, agora que já me tinha livrado das roupas e não podia esperar mais. Tinha de libertar o que tinha dentro de mim. Coloquei o preservativo e abri as pernas dela, penetrando-a de uma vez, fazendo-a gritar. Eu não estava consciente graças a todos os sentimentos e explosões dentro de mim por isso não me preocupei com ela, de uma maneira…)
Isabella (Quando percebi que ele estava dentro de mim a um ritmo frenético que na primeira vez me fez gritar, eu não estava habituada a ele. Eu queria que ele parasse mas o meu corpo estava tremer de prazer e agora os meus gritos eram de prazer. Eu não podia acreditar no que estava a acontecer, eu nunca senti nada como isto, eu só queria mais): Ah, meu deus. (Eu agarrei no lençol da cama enquanto ele continuava a entrar em mim. Nesse momento eu sentia-me como se ninguém tivesse alguma vez feito o que nós estávamos a fazer naquele quarto. Não com aquela intensidade)Alexander: (Eu estava a suar e a respirar pesadamente mas não conseguia parar. O que eu estava a sentir era bom demais para acabar. Todas as minha necessidades e desejos estavam a ser satisfeitos. Quando olhei para baixo vi-a nua, a segurar os gritos, o que me excitava ainda mais. Eu não sei quanto tempo é que nós ficamos assim…)
Então, o que acharam da Izzie? Nunca pensaram nisto pois não? E o primeiro cliente dela? O que acham que vai acontecer a segui? Comentem para ver.
domingo, 10 de outubro de 2010
Capítulo 4
Harvey: Não há nada de mal com trabalhos honestos Alexander. (O meu pai disse quando saiu da biblioteca)
Alexander (Eu olhei para ele): É Alex! (Disse friamente)
Harvey: Se eu bem me lembro eu e a tua mãe demos-te o nome de Alexander quando tu nasceste. (Disse-me também friamente e foi em direcção ao meu irmão, pondo a mão no seu ombro) Cuida-te.
Alexander (Eu revirei os olhos, um bocado ciumento. De todos o Oscar é o que é mais próximo do meu pai): Sim! Cuidado com os leões. (Revirei os olhos sarcasticamente)
Oscar (Olhou para mim de lado): Hum, na Índia não há leões.
Alexander: Como queiras. (Eu bebi mais um gole da minha cerveja e ouvi os paços da minha mãe a descer as escadas, juntamente com a Rosie)
Beatrice: Aww! (Ela correu até ele e abraçou-o) Tem cuidado, okay? (Disse meia emocionada)
Oscar (Ele sorriu): Eu vou ter. (Depois a Rosie abraçou-o)
Rosie: Nós vamos ter saudades. (Larga-o)
Alexander: (Eu revirei os olhos aquela cena e virei-me para ir para fora novamente)
Oscar: Não te vais despedir de mim? (Ele olhou para mim, com os olhos tristes)
Alexander (Eu olhei para ele de lado): Não vais para a lua, tu vais voltar em breve. E depois, o mundo lá fora não é como nas fotografias que tu viste na universidade. (Eu sai da cozinha, sentia-me mal comigo mesmo, mas mais do que tudo: zangado. Eu entrei na piscina e comecei a nadar, precisava de tirar esta energia de mim)
Oscar (Ele respirou fundo quando viu o seu irmão a sair pela porta, ele estava triste. Ninguém disse nada, estavam todos desiludidos, novamente…): Ele vai aprender um dia. (Respira fundo novamente e ouve uma buzina) Eu tenho de ir. (Sorri e pega na mala) Xau. (Sai)
No Hospital
Isabella: (Eu estava sentada na sala de espera da zona de exames, a Sofia estava lá dentro a fazer uns exames. Eu sei que é muito difícil convencê-la que tínhamos de vir ao médico, como todas as crianças, ela odeia. Também é difícil convencer o meu patrão a dar-me um dia de folga. Respirei fundo e olhei para o meu relógio pela terceira vez em 5 minutos)
Tracy (Depois vi a porta a abrir e a Tracy saiu com a bata branca): Izzie! (Disse meia surpreendida, caminhou até mim e eu levantei-me) Porque é que estás aqui? Está tudo bem? (Ela estava a ficar preocupada)
Isabella (Eu respirei fundo): Eu trouxe a Sofia ao médico Eu disse-te que ela não se estava a sentir bem… (Estava um pouco preocupada)
Tracy: Oh, onde é que ela está?
Isabella: Ela está a fazer uns exames. Podes ir vê-la por favor? Eu tenho medo que ela esteja assustada. (Mordi o meu lábio inferior, nervosa)
Tracy (Ela sorriu): Claro. Eu venho já. (Ela saiu, eu voltei-me a sentar e respirei fundo)
Alguns Dias Depois
Dr. Morgan: Dra. Adams? (Ele chamou-a, ela parou e olhou para ele)
Tracy: Sim?
Dr. Morgan: Você é amiga da Men. Costa?
Tracy: Sim. Eu ia agora ter com ela, ela está lá fora para buscar os exames da irmã. Porque?
Dr. Morgan (Ele respirou fundo e puxou-a para um canto): É por causa dos exames da Men. Costa. (Sério)
Tracy (Ela ficou preocupada e assustada): O que é que é?
Dr. Morgan: Você sabe se a menina tem ou teve relações com cancro?
Tracy (Ela abriu os olhos em choque): Sim, a mãe dela, morreu de cancro da mama quando ela tinha 2 anos. Por favor Dr. o que é que é que os exames mostraram?
Dr. Morgan: Por agora nada. Eu tenho medo que tenhamos que fazer mais exames. Eu vou consigo falar com ela. Mas não a vamos assustar, okay?
Tracy (Ela assentiu): Okay. (Eles saíram)
Mas… á 6 meses atrás… eu recebi a pior notícia que podia ouvir! A Sofia tem Cancro.
1 Semana Depois
Isabella: (Eu estava sentada no escritório da Tracy, esperando impaciente. Uma semana depois eles chamaram-me para trazer a Sofia novamente, para novos exames. Eles disseram-me que precisavam de ter a certeza sobre algumas coisa. Eu estava assustada, estava mesmo assustada e depois tive de explicar á Sofia que ela tinha de fazer mais exames. Agora estou aqui á espera, eles têm os resultados, e eu não consigo esperar. O meu coração está a bater de dor dentro de mim enquanto eu tento-me manter calma. Nas últimas noites eu não consigo dormir, eu estou tão preocupada que não consigo fechar os olhos. A última vez que me senti assim foi, foi quando o meu pai morreu. Eu não sei se consigo enfrentar outro problema. Respirei fundo.)
Tracy (Ela pega no papel e olha para ele): É este o resultado final?
Dr. Morgan (Assente): Sim. (Abre a pasta) Acho que lhe devia contar…
Tracy (Ela leu o papel e ficou chocada): Oh meu deus. (Sussurrou) Você tem a certeza?
Dr. Morgan: Você sabe que nós não errámos neste tipo de coisas. Eu lamento, mas eu prometo que vamos fazer de tudo para ajudar a sua amiga.
Tracy (Respira fundo): Obrigado. (Ainda em choque) Huh… eu acho que devo contar-lhe. (Ele assente e ela sai)
Alexander (Eu olhei para ele): É Alex! (Disse friamente)
Harvey: Se eu bem me lembro eu e a tua mãe demos-te o nome de Alexander quando tu nasceste. (Disse-me também friamente e foi em direcção ao meu irmão, pondo a mão no seu ombro) Cuida-te.
Alexander (Eu revirei os olhos, um bocado ciumento. De todos o Oscar é o que é mais próximo do meu pai): Sim! Cuidado com os leões. (Revirei os olhos sarcasticamente)
Oscar (Olhou para mim de lado): Hum, na Índia não há leões.
Alexander: Como queiras. (Eu bebi mais um gole da minha cerveja e ouvi os paços da minha mãe a descer as escadas, juntamente com a Rosie)
Beatrice: Aww! (Ela correu até ele e abraçou-o) Tem cuidado, okay? (Disse meia emocionada)
Oscar (Ele sorriu): Eu vou ter. (Depois a Rosie abraçou-o)
Rosie: Nós vamos ter saudades. (Larga-o)
Alexander: (Eu revirei os olhos aquela cena e virei-me para ir para fora novamente)
Oscar: Não te vais despedir de mim? (Ele olhou para mim, com os olhos tristes)
Alexander (Eu olhei para ele de lado): Não vais para a lua, tu vais voltar em breve. E depois, o mundo lá fora não é como nas fotografias que tu viste na universidade. (Eu sai da cozinha, sentia-me mal comigo mesmo, mas mais do que tudo: zangado. Eu entrei na piscina e comecei a nadar, precisava de tirar esta energia de mim)
Oscar (Ele respirou fundo quando viu o seu irmão a sair pela porta, ele estava triste. Ninguém disse nada, estavam todos desiludidos, novamente…): Ele vai aprender um dia. (Respira fundo novamente e ouve uma buzina) Eu tenho de ir. (Sorri e pega na mala) Xau. (Sai)
No Hospital
Isabella: (Eu estava sentada na sala de espera da zona de exames, a Sofia estava lá dentro a fazer uns exames. Eu sei que é muito difícil convencê-la que tínhamos de vir ao médico, como todas as crianças, ela odeia. Também é difícil convencer o meu patrão a dar-me um dia de folga. Respirei fundo e olhei para o meu relógio pela terceira vez em 5 minutos)
Tracy (Depois vi a porta a abrir e a Tracy saiu com a bata branca): Izzie! (Disse meia surpreendida, caminhou até mim e eu levantei-me) Porque é que estás aqui? Está tudo bem? (Ela estava a ficar preocupada)
Isabella (Eu respirei fundo): Eu trouxe a Sofia ao médico Eu disse-te que ela não se estava a sentir bem… (Estava um pouco preocupada)
Tracy: Oh, onde é que ela está?
Isabella: Ela está a fazer uns exames. Podes ir vê-la por favor? Eu tenho medo que ela esteja assustada. (Mordi o meu lábio inferior, nervosa)
Tracy (Ela sorriu): Claro. Eu venho já. (Ela saiu, eu voltei-me a sentar e respirei fundo)
Alguns Dias Depois
Dr. Morgan: Dra. Adams? (Ele chamou-a, ela parou e olhou para ele)
Tracy: Sim?
Dr. Morgan: Você é amiga da Men. Costa?
Tracy: Sim. Eu ia agora ter com ela, ela está lá fora para buscar os exames da irmã. Porque?
Dr. Morgan (Ele respirou fundo e puxou-a para um canto): É por causa dos exames da Men. Costa. (Sério)
Tracy (Ela ficou preocupada e assustada): O que é que é?
Dr. Morgan: Você sabe se a menina tem ou teve relações com cancro?
Tracy (Ela abriu os olhos em choque): Sim, a mãe dela, morreu de cancro da mama quando ela tinha 2 anos. Por favor Dr. o que é que é que os exames mostraram?
Dr. Morgan: Por agora nada. Eu tenho medo que tenhamos que fazer mais exames. Eu vou consigo falar com ela. Mas não a vamos assustar, okay?
Tracy (Ela assentiu): Okay. (Eles saíram)
Mas… á 6 meses atrás… eu recebi a pior notícia que podia ouvir! A Sofia tem Cancro.
1 Semana Depois
Isabella: (Eu estava sentada no escritório da Tracy, esperando impaciente. Uma semana depois eles chamaram-me para trazer a Sofia novamente, para novos exames. Eles disseram-me que precisavam de ter a certeza sobre algumas coisa. Eu estava assustada, estava mesmo assustada e depois tive de explicar á Sofia que ela tinha de fazer mais exames. Agora estou aqui á espera, eles têm os resultados, e eu não consigo esperar. O meu coração está a bater de dor dentro de mim enquanto eu tento-me manter calma. Nas últimas noites eu não consigo dormir, eu estou tão preocupada que não consigo fechar os olhos. A última vez que me senti assim foi, foi quando o meu pai morreu. Eu não sei se consigo enfrentar outro problema. Respirei fundo.)
Tracy (Ela pega no papel e olha para ele): É este o resultado final?
Dr. Morgan (Assente): Sim. (Abre a pasta) Acho que lhe devia contar…
Tracy (Ela leu o papel e ficou chocada): Oh meu deus. (Sussurrou) Você tem a certeza?
Dr. Morgan: Você sabe que nós não errámos neste tipo de coisas. Eu lamento, mas eu prometo que vamos fazer de tudo para ajudar a sua amiga.
Tracy (Respira fundo): Obrigado. (Ainda em choque) Huh… eu acho que devo contar-lhe. (Ele assente e ela sai)
Isabella (Quando ouvi a porta a abrir-se olhei para cima e vi a Tracy a entra): Graças a Deus Tracy. (Disse enquanto ela se sentava á minha frente. Eu vi a cara dela de preocupada e fiquei assustada) O que é? Diz-me!
Tracy (Ela respirou fundo): Huh…Izzie, nós detectámos umas complicações nos exames da Sofia.
Isabella (Eu já estava a chorar e o meu coração a bater mais depressa): Tracy… o que é?
Tracy (Ela respirou fundo novamente, preocupada, triste e séria.): Huh, nós encontrámos um tumor…
Isabella (Naquele momento o meu coração parou, o meu sangue parou de correr nas minha veias, os meus olhos arregalaram-se e fiquei pálida): Um t-tumor? (Eu estava a tremer) C-cancro? (Caiu uma lágrima)
Tracy (Ela pegou na minha mão): Nós vamos fazer tudo para a curar. (Ela prometeu-me, enquanto também chorava
Isabella: Oh Meu Deus! (Eu comecei a chorar descontroladamente e senti o meu peito queimar de dor. A minha irmã tinha cancro, porquê Deus? Porquê? Eu limpei as lágrimas e senti a Tracy a abraçar-me fortemente enquanto chorava)
6 Meses Depois
Dia a dia eu vejo a minha irmã a piorar, chegando ao pondo de estar no hospital á 3 meses. O meu tempo agora é dividido em 3 trabalhos e passando tempo com a minha irmã no hospital…
Isabella: (Eu estava sentada na sala de espera com a Sofia ao meu lado, eu olhei para ela e o meu coração doeu um bocadinho. O cabelo dela caiu a alguns meses depois e agora voltou a crescer. A Tracy diz que é os medicamentos a fazer efeito. Mas ainda á difícil de acreditar que isto está a acontecer, por 6 meses nos vimos aqui de 3 em 3 dias para a sessão de quimioterapia. Eu tentei ao máximo dar-lhe uma vida normal e confortável, mas está a ficar muito complicado, então tive de arranjar outro trabalho. Eu odeio admitir mas a Tracy já me emprestou muito dinheiro, mais para medicamentos, mas eu não posso aceitar mais, eu tenho de arranjar uma solução, e rápido. Vi a porta a abrir e a Kim apareceu a sorrir para nós)
Kimberly (Vem até nós): Hey meninas. Hey querida. (Para Sofia) Estás pronta? É a tua vez agora. (Sorri)
Sofia (Olha para ela, um pouco assustada) Eu tenho mesmo de ir? (Triste)
Kimberly (Eu respirei fundo e quando ia responder a Kim interrompeu-me): Claro amor. Tu sabes o que é que nós temos agora? Uma televisão mesmo em frente á tua cadeira, assim podes ver televisão enquanto estás a fazer o tratamento. E a Izzie vai lá estar, tu sabes disso…
Sofia (Ela ainda estava triste): Okay. (Ela agarra na mão da Kim e vai até á área de tratamentos)
Isabella (Eu estive sentada ao lado da Sofia por uma hora. Minuto a minuto ela está mais fraca. O meu coração dói cada vez mais. Eu sei que é normal, mais dói muito ver isto a acontecer á minha irmã. Ela está a ver televisão e eu a segurar na mão dela, como sempre faço. Vi a Tracy a passar pela porta, ela fez-me sinal): Huh, querida eu vou falar com a Tracy okay? Eu venho já. (Ela responde-me com um fraco “okay” e eu fui até á porta) Olá.
Tracy: Hey. (Ela olha para a Sofia) Como é que ela está?
Isabella: Huh, igual.
Tracy (Ela tocou-me no braço): Eu lamento Izzie. Eu desejava que pudéssemos fazer mais… (Ela estava triste)
Isabella: Eu também… (Comecei a chorar)
Tracy: Hey, hey! (Ela chamou a minha atenção colocando a minha cara para cima) Não podes desistir agora. Não agora. Izzie, tu és a pessoa mais forte que eu conheço. Tu não podes desistir, não tens escolha. (Tentou-me apoiar)
Isabella (Respirei fundo): Eu sei…mas é muito difícil. Eu e a Sofia nunca tivemos uma vida fácil, especialmente depois de o nosso pai morrer. Mas agora… agora é insuportável!
Tracy: Oh querida… (Sentamo-nos numas cadeiras)
Isabella: Tracy… (Olhei para os olhos azuis dela, com os meus cheios de lágrimas) Nós… nós estamos mesmo no fundo. Eu não acredito que alguém esteja assim, como nós. Eu não sei mais o que fazer. Os meus empregos, a tua ajuda…Tracy… não é suficiente. E tu sabes isso melhor que ninguém, tu trabalhas aqui. E eu não posso deixar a Sofia piorar por falta de dinheiro, não agora que ela tem que ficar aqui. (Uma lágrima caiu na minha bochecha, ouve um silêncio horrível) Eu nem tive a coragem para lhe dizer que ela não vai para casa hoje á noite… (Chorei silenciosamente)
Tracy (Ela também estava a chorar): Izzie… (Ela pôs o braço á minha volta) Ela está segura aqui. Eu sei que não a casa dela., mas é o melhor. Tu devias contar-lhe.
Isabella: Eu sei... (Eu assenti, tentando não chorar mais) Mas eu tenho mesmo de encontrar uma saída. Eu tenho de ganhar mais e levá-la para casa comigo.
Tracy: O que é que tu vais fazer? (Ela já sabia pela minha cara que eu tinha um plano)
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